Como automatizar a DU-E

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Automatização garante agilidade e evita inconsistências   A DU-E (Declaração Única de Exportação) foi criada para trazer melhorias à atual legislação brasileira ao desburocratizar o processo logístico das exportações. Atender a essa exigência demanda muito tempo e atenção dos terminais, que buscam automatizar o processo. Essa automatização é possível uma vez que o governo já disponibiliza toda a documentação e estrutura necessárias para que as empresas desenvolvam a integração com o Siscomex . As empresas que buscam por essa automatização, podem contar com o serviço da T2S . Com ele é possível automatizar as seguintes parte dos processos:  Recepção por Contêiner Recepção por Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Consulta de Contêineres Consulta DU-E, RUC e RUC Master Por que automatizar a DU-E A DU-E exige o preenchimento de 36 campos e algumas informações da Nota Fiscal de Exportação (NF-E). Em geral, exportações com poucos itens podem ser feitas com facilidade, porém, em processos com mais

T2S conta com solução para terminais de contêineres



Uma das primeiras empresas a oferecer uma solução para terminais de contêineres, a T2S tem implementado, treinado e comercializado um serviço que permite agilizar a produtividade de terminais, como, por exemplo, na BTP (Brasil terminal Portuário), que tem alcançado índices positivos no Porto de Santos. O crescimento por ali se deu por conta do TOS (Terminal Operating System), um dos principais sistemas de gestão para um terminal portuário, capaz de gerenciar cargas, máquinas e usuários. A solução é, também, responsável por monitorar de forma eficiente o fluxo de produtos dentro, fora e ao redor do terminal. De acordo com Ricardo Pupo Larguesa, Diretor Comercial da companhia, a T2S faz a importação do serviço e comercializa e treina aqui no Brasil. Segundo ele, a expectativa é colocar a solução em operação em todos os terminais do País. “Trata-se de uma ferramenta flexível, pois sua arquitetura tem mais facilidade de integração e uma plataforma mais rápida e fácil”, justifica.

Segundo Rodrigo Lopes Salgado, Diretor Operacional da empresa, a solução oferece mais produtividade, pois permite a automatização do posicionamento dos contêineres para embarque e desembarque da carga. “Na prática, o trabalho passar a ser mais analítico e menos operacional”, explica.

Para Fabiana Morgante de Alencar, da BTP, que utiliza o sistema desde agosto de 2013, a implementação de um TOS por lá teve como principal objetivo eliminar processos manuais, de forma a liberar a área de planejamento para a articulação de melhores formas de movimentar os contêineres com maior agilidade e com menor número de movimentos nos demais contêineres da pilha. “Quanto melhor for a lógica de planejamento, melhor será a produtividade do terminal”, diz.

Ricardo Pupo, que confirma estar em negociação com grandes terminais do País lembra, ainda, que a versão nova do sistema, denominada TOS Expert, deve chegar ainda neste primeiro semestre ao mercado e apresentará uma planta mais arrojada, que contempla e permite visualizar todo o espaço do navio e pátio do terminal, além de contar com um “game” para navegar entre as pilhas de navios.

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