Como automatizar a DU-E

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Automatização garante agilidade e evita inconsistências   A DU-E (Declaração Única de Exportação) foi criada para trazer melhorias à atual legislação brasileira ao desburocratizar o processo logístico das exportações. Atender a essa exigência demanda muito tempo e atenção dos terminais, que buscam automatizar o processo. Essa automatização é possível uma vez que o governo já disponibiliza toda a documentação e estrutura necessárias para que as empresas desenvolvam a integração com o Siscomex . As empresas que buscam por essa automatização, podem contar com o serviço da T2S . Com ele é possível automatizar as seguintes parte dos processos:  Recepção por Contêiner Recepção por Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Consulta de Contêineres Consulta DU-E, RUC e RUC Master Por que automatizar a DU-E A DU-E exige o preenchimento de 36 campos e algumas informações da Nota Fiscal de Exportação (NF-E). Em geral, exportações com poucos itens podem ser feitas com facilidade, porém, em processos com mais

TOPS-Expert é destaque na TOC Europe 2015



O TOPS-Expert, versão do Terminal Operating System (TOS) da Realtime Business Solutions (RBS) foi uma das grandes novidades da TOC Europe 2015, sediada em Roterdã, na Holanda. A Solução conta com o recurso Big Data, que permite automatizar o planejamento do berço aprimorando o futuro da operação, desde o começo do processo de planejamento à execução.

Os Desafios

Segundo um dos sócios diretores da T2S - empresa parceira de implantação da RBS - Rodrigo Lopes Salgado, que esteve presente na TOC Europe 2015, os desafios operacionais internos vivenciados nos terminais brasileiros são bastante parecidos aos de países como França e Alemanha. “Tive a oportunidade de conversar com CEOs e diretores de operação dos maiores terminais de contêineres europeus, como os terminais de Roterdã, Hamburgo, Bremen e Le Havre, e percebi que os desafios operacionais internos ao terminal enfrentados aqui no Brasil são bem semelhantes aos europeus”.

Entretanto, de acordo com Rodrigo Lopes Salgado, ao olhar para a cadeia logística brasileira, fica nítido que há um abismo a ser superado. “Fatores como a infraestrutura do país, a cultura das pessoas, sejam gestores ou área operacional, e o mercado econômico tornam ainda mais desafiadores nossos objetivos”, comenta.

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