Como lidar com a alta demanda no mercado de TI?

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 Diretor da T2S comenta problemática da demanda por profissionais de TI A pandemia acelerou a transformação digital nas empresas. Com isso, a demanda por profissionais de Tecnologia da Informação (TI) aumentou, e as companhias passaram a lidar com a falta de mão de obra qualificada. De acordo com a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom) , em 2019, o número de alunos formados era de 46 mil, enquanto que a demanda estimada para o período de 2019 a 2024 chegaria a aproximadamente 70 mil. Com isso, o estudo estimava um déficit potencial anual de 24 mil profissionais de TI. No entanto, somente para este ano, a expectativa foi de 56 mil novas oportunidades de trabalho criadas, enquanto que em 2020, já considerando a pandemia, a expectativa era de 43 mil novas vagas sem preenchimento. “Esse efeito é como aquela máxima de o mercado se regular entre a oferta e a procura. A demanda de novas vagas, sempre foi maior que a oferta

TOPS-Expert é destaque na TOC Europe 2015



O TOPS-Expert, versão do Terminal Operating System (TOS) da Realtime Business Solutions (RBS) foi uma das grandes novidades da TOC Europe 2015, sediada em Roterdã, na Holanda. A Solução conta com o recurso Big Data, que permite automatizar o planejamento do berço aprimorando o futuro da operação, desde o começo do processo de planejamento à execução.

Os Desafios

Segundo um dos sócios diretores da T2S - empresa parceira de implantação da RBS - Rodrigo Lopes Salgado, que esteve presente na TOC Europe 2015, os desafios operacionais internos vivenciados nos terminais brasileiros são bastante parecidos aos de países como França e Alemanha. “Tive a oportunidade de conversar com CEOs e diretores de operação dos maiores terminais de contêineres europeus, como os terminais de Roterdã, Hamburgo, Bremen e Le Havre, e percebi que os desafios operacionais internos ao terminal enfrentados aqui no Brasil são bem semelhantes aos europeus”.

Entretanto, de acordo com Rodrigo Lopes Salgado, ao olhar para a cadeia logística brasileira, fica nítido que há um abismo a ser superado. “Fatores como a infraestrutura do país, a cultura das pessoas, sejam gestores ou área operacional, e o mercado econômico tornam ainda mais desafiadores nossos objetivos”, comenta.

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