Como automatizar a DU-E

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Automatização garante agilidade e evita inconsistências   A DU-E (Declaração Única de Exportação) foi criada para trazer melhorias à atual legislação brasileira ao desburocratizar o processo logístico das exportações. Atender a essa exigência demanda muito tempo e atenção dos terminais, que buscam automatizar o processo. Essa automatização é possível uma vez que o governo já disponibiliza toda a documentação e estrutura necessárias para que as empresas desenvolvam a integração com o Siscomex . As empresas que buscam por essa automatização, podem contar com o serviço da T2S . Com ele é possível automatizar as seguintes parte dos processos:  Recepção por Contêiner Recepção por Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Consulta de Contêineres Consulta DU-E, RUC e RUC Master Por que automatizar a DU-E A DU-E exige o preenchimento de 36 campos e algumas informações da Nota Fiscal de Exportação (NF-E). Em geral, exportações com poucos itens podem ser feitas com facilidade, porém, em processos com mais

Lei de Parkinson e projetos de software

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Uma tarefa precisa de 1 hora para ser concluída. Mas, o prazo para a sua entrega corresponde a um expediente de trabalho inteiro. Em quanto tempo a demanda será finalizada?!

De acordo com a Lei de Parkinson, provavelmente, 8 horas. Já que a teoria é baseada na seguinte premissa: “o trabalho expande-se de modo a preencher o tempo disponível para sua realização”. Se acaso você não conhece a Lei de Parkinson ou está se perguntando o motivo de isso ser importante para o setor de TI da sua empresa, a T2S tem a resposta.

A empresa – especialista em soluções de software para o setor portuário – vai te ajudar a entender o impacto desta teoria em projetos de software.

Lei de Parkinson

Em um resumo rápido, a hipótese foi ouvida pela primeira vez em 1955. Foi neste ano que o historiador Cyril Northcote Parkinson, escreveu sobre sua ideia no The Economist. No mesmo artigo, ele também afirmou que o homem mais ocupado é o que tem mais tempo livre.

Em outras palavras, Parkinson afirmou que a eficácia durante a execução de um trabalho é determinante. Já que quanto mais tempo temos para algo, mais demoramos para fazê-lo.

Projetos de software e a Lei de Parkinson

Depois da primeira publicação, a teoria ganhou popularidade e , por isso, até os dias de hoje é aplicada em diversas áreas. Inclusive, na gestão de projetos e mais especificamente no que diz respeito a projetos de software. Afinal, o que a Lei de Parkinson sugere é uma realidade e nenhuma organização quer perder tempo, né?

Neste sentido, existem formas de utilizar o conceito na hora de definir o seu projeto de software. Para começar, dois pontos importantes são:

1. Elimine Gorduras

Esqueça o modelo tradicional, em as datas são estabelecidas com uma folga já que é possível que complicações apareçam. Crie o cronograma com datas reais e se acaso hajam problemas, modifique com o tempo necessário para resolvê-los.

2. Não tenha medo de estabelecer metas

Às vezes o processo de criar metas ousadas pode parecer incômodo, mas não desista. Além de sair da zona de conforto, ter metas irá criar mais foco e, consecutivamente, qualidade.

Vale ressaltar que essas aplicações são válidas não somente para o desenvolvimento do projeto, de software mas também para as tarefas que serão gerenciadas a partir dele. Sempre que houver necessidade de gerenciar tempo, lembre-se da lei de Parkinson. Mas, lembre-se: nem sempre o trabalho será feito mais rápido se tiver metas menores. A ideia é criar metas realistas e certeiras e não menores do que é necessário. Em outras palavras: diminuir o impacto de burocracias, margens desnecessárias e outros erros de cálculo constantes.

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