Como automatizar a DU-E

Imagem
Automatização garante agilidade e evita inconsistências   A DU-E (Declaração Única de Exportação) foi criada para trazer melhorias à atual legislação brasileira ao desburocratizar o processo logístico das exportações. Atender a essa exigência demanda muito tempo e atenção dos terminais, que buscam automatizar o processo. Essa automatização é possível uma vez que o governo já disponibiliza toda a documentação e estrutura necessárias para que as empresas desenvolvam a integração com o Siscomex . As empresas que buscam por essa automatização, podem contar com o serviço da T2S . Com ele é possível automatizar as seguintes parte dos processos:  Recepção por Contêiner Recepção por Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Consulta de Contêineres Consulta DU-E, RUC e RUC Master Por que automatizar a DU-E A DU-E exige o preenchimento de 36 campos e algumas informações da Nota Fiscal de Exportação (NF-E). Em geral, exportações com poucos itens podem ser feitas com facilidade, porém, em processos com mais

Presença de carga: Como integrar com eficiência?



De acordo com a legislação brasileira, toda mercadoria que ingressa no país (importada a título definitivo ou não), deve ser declarada no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex). Por isso, faz parte da rotina dos operadores portuários comprovar a disponibilidade da carga recolhida sob sua custódia.

Acontece que quanto maior a movimentação é, maior também é a demanda. Então, é preciso encontrar maneiras de otimizar tempo e evitar filas nos gates. Neste sentido, a DU-e traz melhorias. Mas, só isso não é suficiente. Afinal, as operações são contínuas e o investimento em automação também deve ser.

Por isso é muito importante fazer a presença de carga de forma eficiente e integrada.

O que fazer com a presença de carga? 

Com base em sua expertise, a T2S – empresa especializada em soluções de software para o setor portuário – vai te ajudar a entender este cenário.

Primeiramente é interessante saber que a sistematização da presença de carga com a Receita Federal vai diminuir o contato humano entre etapas de trabalho. Em outras palavras, é um investimento que traz agilidade, maior segurança e assertividade em curto prazo. Em seguida,  lembre-se que esse tipo de integração irá melhorar a rotina de trabalho e, como consequência, aumentar a receita de faturamento.

Para que isso seja possível, o trabalho antes feito de forma manual passa a ser atrelado aos dados recebidos no Navis N4 ou Groovy, por exemplo. Só para exemplificar: assim que um caminhão chega ao terminal e é pesado, os dados que entram no sistema interno também são enviados à RFB. A autorização é recebida e a operação pode seguir.

“Antes essa função era desenvolvida por um funcionário. Também há casos em que se cria um robozinho para desenvolver a tarefa, mas o processamento não é tão rápido quanto a sistematização ”, explica o desenvolvedor Caio Jorge.

Sistematizar a presença de carga é seguro?

Se caso você esteja se questionando sobre a segurança deste tipo de serviço, pode ficar tranquilo. Já que são dados sigilosos, toda a troca de informação é feita de maneira criptografada. Além de haver certificação digital no sistema, o que garante que ele deveria ser responsável por essa comunicação.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Port Community Systems será implementado no Brasil

Fique atento às mudanças do ADE 02

Indústria 4.0: entenda o conceito e as oportunidades que ela promove