Presença de carga: Como integrar com eficiência?



De acordo com a legislação brasileira, toda mercadoria que ingressa no país (importada a título definitivo ou não), deve ser declarada no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex). Por isso, faz parte da rotina dos operadores portuários comprovar a disponibilidade da carga recolhida sob sua custódia.

Acontece que quanto maior a movimentação é, maior também é a demanda. Então, é preciso encontrar maneiras de otimizar tempo e evitar filas nos gates. Neste sentido, a DU-e traz melhorias. Mas, só isso não é suficiente. Afinal, as operações são contínuas e o investimento em automação também deve ser.

Por isso é muito importante fazer a presença de carga de forma eficiente e integrada.

O que fazer com a presença de carga? 

Com base em sua expertise, a T2S – empresa especializada em soluções de software para o setor portuário – vai te ajudar a entender este cenário.

Primeiramente é interessante saber que a sistematização da presença de carga com a Receita Federal vai diminuir o contato humano entre etapas de trabalho. Em outras palavras, é um investimento que traz agilidade, maior segurança e assertividade em curto prazo. Em seguida,  lembre-se que esse tipo de integração irá melhorar a rotina de trabalho e, como consequência, aumentar a receita de faturamento.

Para que isso seja possível, o trabalho antes feito de forma manual passa a ser atrelado aos dados recebidos no Navis N4 ou Groovy, por exemplo. Só para exemplificar: assim que um caminhão chega ao terminal e é pesado, os dados que entram no sistema interno também são enviados à RFB. A autorização é recebida e a operação pode seguir.

“Antes essa função era desenvolvida por um funcionário. Também há casos em que se cria um robozinho para desenvolver a tarefa, mas o processamento não é tão rápido quanto a sistematização ”, explica o desenvolvedor Caio Jorge.

Sistematizar a presença de carga é seguro?

Se caso você esteja se questionando sobre a segurança deste tipo de serviço, pode ficar tranquilo. Já que são dados sigilosos, toda a troca de informação é feita de maneira criptografada. Além de haver certificação digital no sistema, o que garante que ele deveria ser responsável por essa comunicação.

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