Como lidar com a alta demanda no mercado de TI?

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 Diretor da T2S comenta problemática da demanda por profissionais de TI A pandemia acelerou a transformação digital nas empresas. Com isso, a demanda por profissionais de Tecnologia da Informação (TI) aumentou, e as companhias passaram a lidar com a falta de mão de obra qualificada. De acordo com a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom) , em 2019, o número de alunos formados era de 46 mil, enquanto que a demanda estimada para o período de 2019 a 2024 chegaria a aproximadamente 70 mil. Com isso, o estudo estimava um déficit potencial anual de 24 mil profissionais de TI. No entanto, somente para este ano, a expectativa foi de 56 mil novas oportunidades de trabalho criadas, enquanto que em 2020, já considerando a pandemia, a expectativa era de 43 mil novas vagas sem preenchimento. “Esse efeito é como aquela máxima de o mercado se regular entre a oferta e a procura. A demanda de novas vagas, sempre foi maior que a oferta

Privatização das Companhias Docas é promessa para os próximos anos


Entre as propostas do plano de governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, está a privatização das Companhias Docas - estatais que administram os portos brasileiros (inclusive a Codesp). De acordo com o texto, o objetivo é melhorar a infraestrutura do país, já que segundo o Global Competitiveness Report (2017) do World Economic Forum os portos brasileiros ocupam a posição 106º entre os estudados. A meta é que já em 2019 o investimento pule de R$ 110 bilhões para R$ 180 bi. Até o último ano de mandato, 2022, o valor deve ser de R$ 250 bilhões.

O forte aporte de recursos privados é essencial para que tal objetivo seja alcançado. 

Privatização das Companhias Docas

Sob comando do general Oswaldo Ferreira, o plano para a infraestrutura foi coordenado pelo economista Paulo Coutinho e tem vários eixos paralelos, um deles totalmente dedicado aos portos brasileiros. 

Em resumo, o plano de privatização das companhias docas abrange todas as administrações portuárias. Vale ressaltar que o plano abrange todas as, inclusive a Codesp, responsável pelo Porto de Santos (SP). Mas, pode ficar calmo, pois essa privatização deve acontecer de forma gradual e não de uma única vez - como muitas pessoas imaginam. Afinal, durante o governo Temer a Codesa (que gerencia o Porto de Vitória - ES) já foi incluída no programa de concessões, mas por conta da pressão política e a ideia foi deixada de lado.

É provável que essa pressão aconteça novamente. Mas, o novo governo promete manter o plano apesar disso. 

Também são planos para o setor portuário e logístico

  • Dar ênfase à navegação de cabotagem;
  • Criar um superministério de Infraestrutura;
  • Estímulo às debêntures incentivadas - com estendimento a isenção do Imposto de Renda para investidores institucionais;
  • Leilão das rodovias federais por maior outorga, não por menor tarifa de pedágio. Além disso, com concessões em lotes.

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