Como lidar com a alta demanda no mercado de TI?

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 Diretor da T2S comenta problemática da demanda por profissionais de TI A pandemia acelerou a transformação digital nas empresas. Com isso, a demanda por profissionais de Tecnologia da Informação (TI) aumentou, e as companhias passaram a lidar com a falta de mão de obra qualificada. De acordo com a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom) , em 2019, o número de alunos formados era de 46 mil, enquanto que a demanda estimada para o período de 2019 a 2024 chegaria a aproximadamente 70 mil. Com isso, o estudo estimava um déficit potencial anual de 24 mil profissionais de TI. No entanto, somente para este ano, a expectativa foi de 56 mil novas oportunidades de trabalho criadas, enquanto que em 2020, já considerando a pandemia, a expectativa era de 43 mil novas vagas sem preenchimento. “Esse efeito é como aquela máxima de o mercado se regular entre a oferta e a procura. A demanda de novas vagas, sempre foi maior que a oferta

Brasil tem recorde de transporte marítimo de mercadoria em 2018



Em 2018 a greve dos caminhoneiros expôs a dependência logística brasileira ao frete rodoviário. Mas, ao mesmo tempo, foi dado um salto importante rumo a uma mudança neste sentido: o Brasil bateu o recorde de transporte marítimo de mercadoria em 2018. 

De acordo com dados da Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac), foram movimentados mais de 1 milhão de contêineres de 20 pés entre os portos da costa brasileira. Ainda segundo à associação, essa mudança de comportamento foi motivada pelo tabelamento que encareceu o transporte feito por caminhões e, consecutivamente, tornou a navegação de cabotagem uma alternativa mais econômica. 

Vale ressaltar que apesar de ser até 20% mais barato que o frete rodoviário, a cabotagem ainda é responsável por apenas 11% da movimentação de carga. 

+ Blockchain e seu impacto no setor portuário

Em entrevista ao Estadão, o presidente da Abac, Cleber Cordeiro Lucas, explicou que após a greve muitas empresas que já usavam a cabotagem aumentaram os volumes transportados e quem não usava essa alternativa passou a usar. Mas a expansão já acontecia nos últimos anos, esse foi apenas um fator que impulsionou um crescimento maior num intervalo de tempo pequeno. 

Só para ilustrar, o número de transportes feitos via cabotagem antes da greve era de 13,5% em relação ao ano anterior. Após a paralisação o ritmo de expansão foi para 15,6%. E as rotas com maior fluxo de transportes tem como saída as regiões norte e nordeste do país e o sul e o sudeste como destino.

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