Como automatizar a DU-E

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Automatização garante agilidade e evita inconsistências   A DU-E (Declaração Única de Exportação) foi criada para trazer melhorias à atual legislação brasileira ao desburocratizar o processo logístico das exportações. Atender a essa exigência demanda muito tempo e atenção dos terminais, que buscam automatizar o processo. Essa automatização é possível uma vez que o governo já disponibiliza toda a documentação e estrutura necessárias para que as empresas desenvolvam a integração com o Siscomex . As empresas que buscam por essa automatização, podem contar com o serviço da T2S . Com ele é possível automatizar as seguintes parte dos processos:  Recepção por Contêiner Recepção por Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Consulta de Contêineres Consulta DU-E, RUC e RUC Master Por que automatizar a DU-E A DU-E exige o preenchimento de 36 campos e algumas informações da Nota Fiscal de Exportação (NF-E). Em geral, exportações com poucos itens podem ser feitas com facilidade, porém, em processos com mais

Diretor da T2S fala sobre tropicalização de sistemas no Brasil

 Palestra aconteceu durante o Primeiro Encontro Porto e Mar 2021 do Grupo Tribuna



Por que tropicalizamos soluções e sistemas? Este foi o tema abordado por Ricardo Pupo Larguesa, sócio-diretor da T2S em palestra nesta quarta-feira (16) durante o Primeiro Encontro Porto e Mar 2021, promovido pelo Grupo Tribuna.

Em sua apresentação, Larguesa falou sobre a expressão “tropicalização”, que trata da customização necessária antes da implantação de um sistema operacional em um terminal portuário em um país Latino Americano, especialmente no Brasil. 

Ela trata do atendimento a demandas locais, em grande parte por conta das diversas exigências do governo para o comércio exterior.

Para ilustrar, compartilhou alguns dados sobre o assunto e sua experiência nos mais de 140 projetos da T2S, que é especializada em soluções de software para o setor portuário.

Segundo Larguesa, no Brasil, diversas especificidades, principalmente as governamentais, acarretam em mudanças na maneira como os terminais portuários se comunicam.

Tais mudanças exigem que certos aspectos sejam refeitos para atender às novas demandas, e geram burocracia, falta de integração entre os agentes, alta complexidade e comunicação redundante, por exemplo.


Sobre o evento

O Primeiro Encontro Porto e Mar aconteceu das 14h às 18h e contou com a participação de diversas autoridades portuárias, que discutiram os desafios operacionais para a expansão do Porto de Santos. 

Dividido em três painéis, o evento transmitido online para as pessoas que se inscreveram previamente, teve quase 800 acessos em todo o Brasil e contou com diferentes palestras.


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