Como lidar com a alta demanda no mercado de TI?

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 Diretor da T2S comenta problemática da demanda por profissionais de TI A pandemia acelerou a transformação digital nas empresas. Com isso, a demanda por profissionais de Tecnologia da Informação (TI) aumentou, e as companhias passaram a lidar com a falta de mão de obra qualificada. De acordo com a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom) , em 2019, o número de alunos formados era de 46 mil, enquanto que a demanda estimada para o período de 2019 a 2024 chegaria a aproximadamente 70 mil. Com isso, o estudo estimava um déficit potencial anual de 24 mil profissionais de TI. No entanto, somente para este ano, a expectativa foi de 56 mil novas oportunidades de trabalho criadas, enquanto que em 2020, já considerando a pandemia, a expectativa era de 43 mil novas vagas sem preenchimento. “Esse efeito é como aquela máxima de o mercado se regular entre a oferta e a procura. A demanda de novas vagas, sempre foi maior que a oferta

Diretor da T2S fala sobre tropicalização de sistemas no Brasil

 Palestra aconteceu durante o Primeiro Encontro Porto e Mar 2021 do Grupo Tribuna



Por que tropicalizamos soluções e sistemas? Este foi o tema abordado por Ricardo Pupo Larguesa, sócio-diretor da T2S em palestra nesta quarta-feira (16) durante o Primeiro Encontro Porto e Mar 2021, promovido pelo Grupo Tribuna.

Em sua apresentação, Larguesa falou sobre a expressão “tropicalização”, que trata da customização necessária antes da implantação de um sistema operacional em um terminal portuário em um país Latino Americano, especialmente no Brasil. 

Ela trata do atendimento a demandas locais, em grande parte por conta das diversas exigências do governo para o comércio exterior.

Para ilustrar, compartilhou alguns dados sobre o assunto e sua experiência nos mais de 140 projetos da T2S, que é especializada em soluções de software para o setor portuário.

Segundo Larguesa, no Brasil, diversas especificidades, principalmente as governamentais, acarretam em mudanças na maneira como os terminais portuários se comunicam.

Tais mudanças exigem que certos aspectos sejam refeitos para atender às novas demandas, e geram burocracia, falta de integração entre os agentes, alta complexidade e comunicação redundante, por exemplo.


Sobre o evento

O Primeiro Encontro Porto e Mar aconteceu das 14h às 18h e contou com a participação de diversas autoridades portuárias, que discutiram os desafios operacionais para a expansão do Porto de Santos. 

Dividido em três painéis, o evento transmitido online para as pessoas que se inscreveram previamente, teve quase 800 acessos em todo o Brasil e contou com diferentes palestras.


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